Macros
US ABDOMEN:
EST: Volume aumentado +, textura brilhante, atenuação sonora aumentada
CH: Presença de um cisto simples (paredes lisas e finas, sem ecos internos) de cm no segmento VI do lobo D
HE: Pequena lesão focal hiperecoica no lobo D, numular, com contornos regulares e sem alterar o eco posterior
HES: Pequenas lesões focais hiperecoicas no lobo D, numulares, com contornos regulares e sem alterar o eco posterior, medindo respectivamente
APE: Presença de área hipoecoica no segmento IV no lobo D, próximo à vesícula biliar, medindo cm, compatível com área de preservação de esteatose
CIRROSE1: Volume reduzido, contornos irregulares, bordas serrilhadas, com fina heterogeneidade textural difusa
VV: Volume normal, com paredes de espessura normal, sem cálculos ou outros elementos patológicos
V0: Não visualizada (paciente refere ter sido submetido (a) a colecistectomia)
COLEST: Volume normal, paredes de espessura aumentada (adenomiomatose), contendo pontos ecogênicos parietais com reverberação, compatíveis com colesterolose
POVB: contendo um pequeno pólipo de cm
LIT:Volume normal, contendo cálculos
BARRO: apresentando conteúdo ecogênico amorfo móvel, sem sombra acústica posterior, compatível com bile espessa
CR: tumores sólidos ou cálculos. Cisto simples de cm no rim
CSR: Presença de um cisto simples cortical de cm no rim .
CALC2: Presença de pequena imagem ecogênica no , de cm, sugestiva de cálculo CALCS2: Presença de pequenas imagens ecogênicas sugestivas de cálculos medindo CAL: Calcificações ateromatosas na aorta.
AMLR: tumores císticos ou cálculos. Nódulo ecogênico com contornos regulares de cm na cortical do rim , sugestivo de angiomiolipoma.
BA: Presença de baço acessório de cm, junto ao hilo
PIELEC: Rim E com discreta dilatação piélica, sem acometimento calicial e sem fatores obstrutivos ecograficamente detectáveis.
CONCLUSÃO:
ESTC: Achados hepáticos sugestivos de esteatose
CHC: Cisto simples hepático no lobo D.
HEC: Pequena lesão focal hepática compatível com hemangioma.
HESC: Pequenas lesões focais hepáticas compatíveis com hemangiomas.
APEC: Pequena área hipoecoica no lobo D compatível com preservação de esteatose.
CIRROSE: Fígado com alterações compatíveis com hepatopatia crônica.
V0C: Colecistectomia.
POVC: Pólipo na vesícula biliar.
LITC: Colecistolitíase. Não há sinais de colecistite aguda ou de obstrução de vias biliares.
CRC: Cisto simples de cm no rim .
CALCC2: Pequena imagem sugestiva de cálculo no rim E, sem dilatação pielocalicial associada.
CALCSC2: Pequenas imagens sugestivas de cálculos em ambos os rins, sem dilatação pielocalicial associada.
AMLRC: Pequena lesão focal renal compatível com angiomiolipoma.
BAC: Pequeno baço acessório.
PIELECC: Pielectasia isolada no rim E, sem fatores obstrutivos ecograficamente detectáveis.
US TRANSVAGINAL E PÉLVICO
Útero:
HT: Histerectomia total
HST: Histerectomia subtotal. Coto cervical com aspecto normal.
ADEN: Miométrio apresentando fina heterogeneidade textural difusa e espessamento relativo da parede anterior
LIQEND: presença de pequena quantidade de líquido intracavitário (achado não patológico)
PO: estrutura sugestiva de pólipo de cm
UVAS: Textura habitual, com calcificações vasculares periféricas (achado não patológico, normal para a idade)
MIM: Mioma intramural de
MSS: Mioma subseroso de
MSM: Mioma submucoso de
MMIM: Miomas intramurais de
MMSS: Miomas subserosos de
MMSM: Miomas submucosos de
MMIMSS: Miomas intramurais, ambos com componentes subserosos
MMIMSM: Miomas intramurais, com componentes submucosos, de
PA: cm na parede anterior
PP: cm na parede posterior
LD: cm na parede lateral D
LE: cm na parede lateral E
F: cm na região fúndica
S: superior
FLECHA: ,homogeneamente ecogênico, sem vascularização ao estudo dopplervelocimétrico e mantendo boa interface com o miométrio
FLECHA2: , ecogênico e difusamente heterogêneo (com microáreas císticas de permeio), sem vascularização ao estudo dopplervelocimétrico e mantendo boa interface com o miométrio DI: DIU in loco
DIM: DIU Mirena in loco
DIUNAO: DIU deslocado caudalmente, distando cm do fundo da cavidade endometrial (extremidade caudal está acima do orifício interno do colo)
PANH: histerectomia total + ooforectomia bilateral.
PANH2: histerectomia total . Ovários não visualizados (hipotrofia)
PANH3: histerectomia total. Ovários não visualizados (hipotrofia?ooforectomia?)
PANH4: histerectomia total. Ovários não visualizados (paciente refere ooforectomia unilateralovario remanescente hipotrofico).
Ovários:
HIPO: Ovário não visualizado (hipotrofia por involução fisiológica)
HIPOFUC: Ovários não visualizados (paciente refere ooforectomia unilateral-ovário remanescente hipotrófico).
HIPOA: Ovário não visualizado por esta via de exame (hipotrofia por involução fisiológica)
OOF: Ovário não visualizado (paciente refere ter sido submetida a ooforectomia).
DIST: Ovário não visualizado (distorção anatômica)
TERATOMA: Nota-se imagem nodular arredondada, bem delimitada, homogeneamente ecogênica, sem sombra acústica posterior e sem vascularização ao estudo dopplervelocimétrico, medindo
C1: presença de um cisto simples (paredes lisas, sem áreas sólidas) de cm
C2:presença de um cisto com paredes lisas, contendo ecos finos, de cm
C3:presença de um cisto ovariano com conteúdo hipoecoico de cm
C4:presença de um cisto simples (paredes lisas, sem áreas sólidas) de cm, de provável natureza folicular
C5:presença de um cisto ovariano com conteúdo hipoecóide de cm, compatível com cisto de conteúdo espesso.
C6:presença de um cisto com paredes lisas, contendo ecos internos grosseiros, com distribuição reticular, de cm, sem vascularização interna ao estudo dopplervelocimétrico
FOL:presença de uma estrutura folicular
2FOL: com presença de dois folículos de cm e cm
1D: presença de pequeno acúmulo de folículos (microcistos), e de um folículo dominante
1: presença de pequeno acúmulo de folículos (microcistos)
MC: presença de acúmulo de folículos (microcistos)
MC2: presença de acúmulo de folículos (microcistos) com distribuição predominantemente periférica.
CL:presença de uma estrutura compatível com corpo lúteo
HIDRO:presença de uma estrutura cística de forma alongada medindo cm (sugestiva de hidrossalpinge)
PARAO:presença de um cisto anexial de 1,9 cm aparentemente independente do ovário (hidátide ?)
CONCLUSÃO:
HTC: Histerectomia total.
HSTC: Histerectomia subtotal. Coto cervical de aspecto normal.
ADENO: Útero apresentando volume aumentado, com hipertrofia relativa e heterogeneidade textural difusa da parede anterior. Esse aspecto é inespecífico, porém sugestivo de adenomiose.
POL: Presença de uma estrutura ecogênica de cm na cavidade uterina, sugestiva de pólipo endometrial.
POLC: Presença de uma estrutura ecogênica, ovalada, de cm no canal endocervical, sugestiva de pólipo.
1M: Útero apresentando volume normal, contendo um pequeno nódulo de mioma. Ovários com características normais.
2M: Útero com volume normal, contendo dois pequenos nódulos de mioma. Ovários com características normais.
3M:Útero com volume normal, contendo três pequenos nódulos de mioma. Ovários com características normais.
4M: Útero com volume normal, contendo quatro pequenos nódulos de mioma. Ovários com características normais.
5M: Útero com volume normal, contendo pelo menos cinco pequenos nódulos de mioma. Ovários com características normais.
AU: Útero apresentando discreto aumento de volume, com textura miometrial normal. Trata-se, portanto, de um aumento inespecífico.
AI: (o maior componente do aumento uterino, porém, é inespecífico, isto é, não relacionado aos miomas)
1MA: Útero com pequeno aumento de volume, contendo um pequeno nódulo de mioma. Ovários com características normais.
2MA: Útero com pequeno aumento de volume, contendo dois pequenos nódulos de mioma. Ovários com características normais.
3MA: Útero com pequeno aumento de volume, contendo três pequenos nódulos de mioma. Ovários com características normais.
4MA: Útero com discreto aumento de volume, contendo quatro nódulos de mioma. Ovários com características normais.
5MA: Útero aumentado de volume, contendo pelo menos cinco nódulos de mioma. Ovários com características normais.
DIU: Presença de DIU bem posicionado, junto ao fundo da cavidade uterina.
DIUM: Presença de DIU Mirena bem posicionado, junto ao fundo da cavidade uterina.
OOFC: Ooforectomia
OOFB: Ooforectomia bilateral.
DISTC:Ovário não visualizado (distorção anatômica).
HIPOC: Ovários não visualizados (hipotrofia).
HIPOCD: Ovário D não visualizado (hipotrofia). Ovário E com volume e textura normais.
HIPOCE: Ovário D com volume e textura normais. Ovário E não visualizado (hipotrofia).
C1CD: Cisto simples de cm no ovário D. Ovário E normal.
C1CE: Ovário D normal. Presença de um cisto simples (típico) de cm no ovário E.
C2C: Presença de um cisto com ecos finos (provavelmente fibrina) de cm no ovário .
C2CD: Presença de um cisto com ecos finos (provavelmente fibrina) de cm no ovário D. Ovário E com volume e textura normais.
C2CE: Ovário D com volume e textura normais. Presença de um cisto com ecos finos (provavelmente fibrina) de cm no ovário E.
C3C: Cisto de cm no ovário , com conteúdo hipoecoico. Esse aspecto não é específico, mas é sugestivo de endometriose.
C3CD: Ovário E com volume e textura normais. Cisto de cm no ovário D, com conteúdo hipoecoico. Esse aspecto não é específico, mas é sugestivo de endometriose.
C3CE: Ovário D com volume e textura normais. Cisto de cm no ovário E, com conteúdo hipoecoico. Esse aspecto não é específico, mas é sugestivo de endometriose.
C4CD: Ovário D contendo um cisto simples (típico) de cm, de provável natureza folicular. Ovário E com volume e textura normais.
C4CE: Ovário D com volume e textura normais. Ovário E contendo um cisto simples (típico) de cm, de provável natureza folicular.
C4CB: Presença de um cisto simples (típico) em cada ovário, ambos de provável natureza folicular, de cm à D e cm à E.
2C4CB: Presença de cistos simples (típicos) em ambos os ovários, todos de provável natureza folicular, medindo cm à D e cm à E.
C5C: No ovário D, presença de um cisto com conteudo espesso, mais sugestivo de um cisto hemorrágico. No entanto, a possibilidade de endometrioma deverá ser considerada, especialmente se houver persistência deste achado após alguns ciclos. Ovário E sem alterações ecográficas.
C6C: Presença de um cisto com ecos de padrão reticular (provavelmente corresponde a um cisto hemorrágico) no ovário D. Ovário E com volume e textura normais.
HIDROC: Pequena estrutura cística de forma alongada na região anexial sugestiva de hidrossalpinge.
HIDROB: Pequenas estruturas císticas de forma alongada em ambas as regiões anexiais, sugestivas de hidrossalpinge.
PARAOC: Presença de um pequeno cisto anexial extra-ovariano (provável hidátide).
PARAOB: Presença de pequenos cistos simples anexiais bilateralmente, extra-ovarianos (prováveis hidátides).
1C: Ovários apresentando volume normal, ambos com pequeno acúmulo de folículos
(microcistos).
MCC: Ovários aumentados de volume, ambos contendo microcistos.
MC2C: Ovários aumentados de volume, ambos de padrão multifolicular (contendo microcistos com distribuição periférica).
OBSERVAÇÃO:
EDTC: No recesso retouterino, presença de imagem hipoecogênica, irregular, medindo cm, adjacente a parede anterior do reto, sugestivo de implante de endometriose.
DCC:No segmento uterino, parede anterior, pequeno recesso miometrial medindo 0,9 x 0,5 cm, onde há pequeno acúmulo de líquido (deiscência parcial da cicatriz uterina).
VP:Vasos pélvicos dilatados e tortuosos, predominantemente na região anexial E, compatíveis com varizes pélvicas.
HU: Exame ecográfico complementado com transdutor de alta freqüência para avaliação de parede abdominal solução de continuidade dos folhetos aponeuróticos subjacente à cicatriz umbilical (anel herniário) medindo 1,6 cm, com protrusão de conteúdo ecogênico (epíplon) à manobra de esforço, compatível com hérnia umbilical.
HERS: Descontinuidade aponeurótica paraumbilical, com anel herniário de cm e saco herniário de cm contendo apenas epíplon, parcialmente redutível em repouso
G5: Não há sinais ecográficos de gestação de mais de 5 semanas.
US APARELHO URINÁRIO E PRÓSTATA
RINS:
CR: tumores sólidos ou cálculos. Cisto simples de cm no rim
CALC2: Presença de pequena imagem ecogênica no , de cm, sugestiva de cálculo
CALCS2: Presença de pequenas imagens ecogênicas sugestivas de cálculos medindo
AMLR: tumores císticos ou cálculos. Nódulo ecogênico com contornos regulares de cm na cortical do rim , sugestivo de angiomiolipoma.
LM: Lobo mediano discretamente saliente, abaulando o assoalho vesical em cm
VRD: Volume residual desprezível
VR: Volume residual estimado em cerca de ml
CONCLUSÃO:
CRC: Cisto simples de cm no rim .
CALCC2: Pequena imagem sugestiva de cálculo no rim E, sem dilatação pielocalicial associada.
CALCSC2: Pequenas imagens sugestivas de cálculos em ambos os rins, sem dilatação pielocalicial associada.
AMLRC: Pequena lesão focal renal compatível com angiomiolipoma.
VRDC: Volume residual pós-miccional desprezível.
VRC: Volume residual pós-miccional estimado em cerca de ml.
US TIREÓIDE
TT: Tireoide não identificada (ausência cirúrgica).
TTH: A tireoide apresenta contornos regulares e textura finamente heterogênea de maneira difusa, com pontilhado hipoecoico e traves ecogênicas.
NDT: Nódulo de cm no lobo , sólido, hipoecoico, com contornos regulares e orientação horizontal.
NDTHPR: Nódulo de cm no lobo , sólido, hiperecoico e com contornos regulares.
ARTC: contendo artefatos de reverberação de coloide
NDTSUS: Nódulo de cm no lobo , sólido, acentuadamente hipoecoico, com contornos irregulares, orientação vertical e contendo microcalcificações.
FDOPC: fluxo ao Doppler predominantemente central
FDOPP: fluxo ao Doppler apenas na sua periferia
FDOPCP: fluxo ao Doppler central e periférico
NMT: Lobo apresentando um nódulo misto de cm, predominantemente cístico/sólido, de limites precisos e contornos regulares, sem halo hipoecoico, com septos espessos e projeções sólidas ecogênicas OU com porção sólida ecogênica medindo cm, com/sem sinal vascular ao Doppler.
CST: Presença de cisto coloide típico (pequeno, conteúdo anecoico, com ponto ecogênico refringente característico) de cm no lobo.
DT: Padrão de vascularização do parênquima tireoideano normal ao estudo com Doppler colorido e power Doppler de alta resolução.
LNT: Linfonodos de aspecto normal na região cervical bilateralmente.
CONCLUSÃO:
NTCT3: Nódulo no lobo morfologicamente de baixo risco (TI-RADS 3). De acordo com o guideline conjunto da American Association for Clinical Endocrinology, American College of Endocrinology e Associacioni Medici Endocrinologi recomendamos, em medindo menos que 2 cm e na ausência de crescimento, história pessoal ou familiar ou pré-ablação, apenas controle habitual.
NTCT4: Nódulo no lobo morfologicamente de médio risco (TI-RADS 4A). De acordo com o guideline conjunto da American Association for Clinical Endocrinologista, American College of Endocrinology e Associacioni Medici Endocrinologi recomendamos, na ausência de crescimento, história pessoal ou familiar ou pré-ablação, apenas controle habitual.
NTCT4A: Nódulo no lobo morfologicamente de médio risco (TI-RADS 4A). De acordo com o guideline conjunto da American Association for Clinical Endocrinology, American College of Endocrinology e Associacioni Medici Endocrinologi recomendamos, na ausência de crescimento, história pessoal ou familiar ou pré-ablação, apenas controle habitual.
NTCT4B: Nódulo no lobo morfologicamente de alto risco (TI-RADS 4B / 4C / 5). De acordo com o guideline conjunto da American Association for Clinical Endocrinologista, American College of Endocrinology e Associacioni Medici Endocrinologi recomendamos, sendo o tamanho maior que 0,5 cm, análise citológica.
NTCB: Nódulo no lobo com análise morfológica benigna (TI-RADS 2). Recomendamos apenas controle habitual.
CSTC: Tireoide com volume normal, apresentando cisto coloide no lobo . Sem outras alterações.
DTC: Padrão de vascularização normal ao Doppler.
US MAMA

NS: Nódulo sólido de análise morfológica favorável medindo cm, localizado
NH: Nódulo hipoecoico (cisto com conteúdo espesso ou nódulo sólido) medindo cm com análise morfológica favorável e localizado
NNS: Nódulos sólidos com análise ecográfica favorável medindo:
NNSS: Nódulos sólidos com contornos regulares, reforço sonoro posterior e maior diâmetro paralelo ao plano da pele, de
NNH: Nódulos hipoecoicos com avaliação ecográfica favorável (cistos com conteúdo espesso ou nódulos sólidos):
NH0: Não está mais presente o pequeno nódulo hipoecoico localizado da mama , descrito no exame anterior (provavelmente tratava-se de um cisto com conteúdo espesso que foi reabsorvido).
SALT: No local da mama onde refere palpar uma estrutura encontrei apenas tecido mamário normal.
SAL: No local da mama onde se palpa uma estrutura encontrei apenas tecido mamário normal mais saliente.
CS: Cisto simples (típico) de cm
CCS: Cistos simples (típicos):
LN: Presença de um linfonodo intramamário de aspecto normal na mama
AAT: Área de alteração textural focal mal delimitada, medindo cerca de
G1U: Heterogênea
G2U: Homogeneamente fibroglandular
G3U: Homogênea e com equilíbrio entre os componentes fibroglandular e gorduroso
G4U: Homogeneamente gordurosa
COMP: O exame anterior foi analisado em conjunto
COMPE: Exames anteriores analisados em conjunto
LEA: Não tivemos acesso às radiografias do exame mamográfico anterior (apenas ao laudo, de nossos arquivos)
COMPRM: Mamografia e ultrassonografia pregressas analisadas em conjunto
COMPUD: A ultrassonografia anterior foi comparada à atual (imagens e laudo de nossos arquivos digitais)
COMPU: Ultrassonografia anterior analisada em conjunto
COMPUS: Não tivemos acesso ao exame de mamografia anterior para comparação (as ultrassonografias mamárias anteriores foram analisadas em conjunto)
USSA: Não tivemos acesso a ultrassonografias anteriores para comparação
US0: Não fez ultrassonografia mamária anteriormente
USLFOA: Sem outras lesões focais nas mamas, axilas e regiões paraesternal, supra e
infraclaviculares
SA: Não tivemos acesso a exames anteriores de mamografia para comparação
I: Paciente usuária de implante bilateral
P: Paciente usuária de prótese bilateral
CND: Controle de nódulo na mama D
CNE: Controle de nódulo na mama E
CNS: Controle de nódulos em ambas as mamas
CN: Controle de nódulo na mama
NP: Nódulo palpável na mama
PSG: Implante subglandular com características habituais, sem sinais de roturas
PSM: Implante submuscular com características habituais, sem sinais de roturas
ELD: (estável desde )
AN: (achado novo)
CONCLUSÃO:
2: Achados ultrassonográficos benignos (BI-RADS-US 2 - cisto simples).
3: Achados ultrassonográficos provavelmente benignos (BI-RADS-US 3 - nódulo sólido de análise favorável).
3h: Achados ultrassonográficos provavelmente benignos (BI-RADS-US 3-nódulo hipoecoico de análise favorável).
2ESTA: Achados ultrassonográficos benignos (classificação BI-RADS 2 - nódulo sólido de análise favorável e dimensões estáveis há mais de 2 anos).
6MU: Recomendo apenas controle ecográfico semestral.
CSC: Pequeno cisto simples (típico) na mama . Sem outras alterações.
OBSTÉTRICOS:
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Obstétrico e Morfológico |
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O1 |
C/ DUM e C/ Anterior |
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O2 |
S/ DUM e S/ Anterior |
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O3 |
S/ DUM e C/ Anterior |
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O4 |
C/ Anterior e C/ data errada |
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O5 |
S/ Exame Anterior |
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Doppler |
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Resistencia |
Umb-RI |
|
|
Pulsatilidade |
Umb-PI |
|
|
Sistole |
Umb-S/D |
|
|
Cerebral |
Rt-PI |
|
|
Medidas Obstétricos |
|
|
Biparietal |
BPD / OFD |
|
BCF |
Bpm (BATIMENTO) |
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CCN |
CRL |
|
Fêmur |
FL |
|
Umero |
HL |
|
Abdome |
APAD / TAD |
|
TN |
LIQUIDO |